27 novembro 2006

Utilidade pública

Post devidamente furtado do Blog "Aparte" com a única
intenção de tornar público o fato de que os cidadãos
podem influenciar nessa questão tão importante e que vem
sendo usada como palanque por diversos candidatos, que, à propósito
não cumpriram nada relativo a isso.
Obviamente que a extinçao da tarifa básica é algo complicado
de acontecer e nem deve ser usado como promessa de campanha,
já que há um número incontável de interessados nessa arrecadaçao.
Em especial, a empresa, privada.

Atenção: Comunicado Importante - ( Projeto de Lei, eu também liguei é verdadeiro). CANCELAMENTO DA TAXA DA TELEFÔNIA. Quando se trata do interesse da popupalação, não é divulgado. Ligue 0800-619619. Não digite nada. Espere para falar com um atendente. Diga que é para votar a favor do cancelamento da taxa de telefone fixo. A Lei é n° 5476.
O projeto é de 2001, mas eles não sabem quando vai a votação.
O INTERESSE É DE TODOS: cancelar a taxa de telefone.
O telefone a ser discado é: 0800-619619 (de O8h às 20hs) da Câmara dos Deputados. Mesmo se não for você quem paga o telefone da sua casa, seja um cidadão brasileiro e exerça seus direitos. Ligue para mudar esta situação. Passe para frente esta mensagem para o maior número de pessoas possível. Não pague mais assinatura no telefone fixo. Será uma
ECONOMIA muito grande no final do ano.

Este projeto está tramitando na "COMISSAO DE DEFESA DO CONSUMIDOR" na câmara; quanto mais pessoas ligarem, mais fácil será para o projeto ir à votação.

25 novembro 2006

A primeira a gente nunca esquece - parte 4

- Novo alvo do chefe é esse.
Ai meu Deus, vai sobrar pra mim
- Tenho péssimas notícias, abandona
as outras pautas e faz essa aqui.
O chefe quer ferrar esse cara e fazer
uma matéria falando mal do negócio
dele. Aiaiai, sabia! Ninguém merece.
Dia ruim, sentindo mal, não estudei
quatro anos pra fazer anti-jornalismo.
Editor confere, já ia escrevendo:
Cec...
- Pode tirar, não assino isso!
- OK.
Outro dia, vergonha, que ridículo,
matéria sem enfoque, sem foco,
a não ser o desafeto do patrão.
Mais um dia.
- Hoje ele quer isso.
Ah não, é pior do que ontem...
Sou jornalista, não estudei para
parafrasear ninguém, copiar matéria
De mãos atadas, abaixo a cabeça
no teclado.
Raiva da impotência diante da
vergonha. Editor não contesta,
quem sou eu pra falar alguma coisa.
Sem nome de novo, pior que ontem
- Vai ser uma série.
Ah não, vou embora, fugir, correr
Saco!
Mais um dia sem matéria, a primeira
"poda" da vida jornalístia.

23 novembro 2006








Estou escrevendo um livro.
Pois é, às vezes a ousadia da pessoa
estravasa os limites da razão.
Está difícil pôr no papel tudo o
que tenho imaginado.
A história é fictícia, mas me apego
em vários episódios reais,
especialmente sobre a infância
de meus pais.
Na verdade, o livro tem pouco da
minha personalidade, já que ela
não é tão interessante a ponto
de atrair leitores curiosos.
Se em algum inesperado dia eu
vier a publicar essa 'obra',
já imagino as críticas:

"Infantil, sem profundidade"
"Inteligente, apesar de pouco
profundo"
"Uma bela história para roteiros
água com açucar de novela das 8"


O provavél é que a minha obra
seja lida apenas por umas duas
ou três pessoas queridas.
Mas não importa muito, porque
me sinto bem escrevendo, gosto
de colocar no papel minha imensa
'criatividade'. Estou escrevendo
sem pretensões.
Já dizia meu pai "vai escrevendo
e guardando para um dia poder
recordar".
Ele diz com propriedade, já que
escreveu várias crônicas sobre
histórias do meu avô, coisas que
deveriam ficar para a história,
mas que se perderam em meio
a papeladas.
Não sei se um dia o que escrevo
valerá alguma coisa para mim
ou para alguém, é provável que
vire um documento a mais na
minha pasta, que qualquer dia
será deletado.